Temusados

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Blog do Francisco Evangelista. Tecnologia do Blogger.
segunda-feira, 21 de novembro de 2016

Artigo: A falência do Pacto pela Vida

Em 2015, a cada duas horas um pernambucano foi assassinado: foram quase 3.900 mortes violentas no ano, o que representou um crescimento de 12% em relação ao ano anterior. Aumentaram também, de forma significativa, os assaltos a ônibus, roubos de carro e explosões de caixas eletrônicos. E este ano a escalada de violência continua.

Se é verdade que a segurança pública é um problema em todo o país, também é fato há diferenças importantes entre regiões e mesmo entre Estados. No Nordeste, por exemplo, Alagoas reduziu em 21% a taxa de homicídios, e o Ceará registrou queda de 9% - ao contrário do que aconteceu em Pernambuco.

O que acontece em nosso Estado? Por que o Pacto pela Vida, que foi referência nacional ao reduzir o número de assassinatos em 30% entre 2007 e 2013, agora sofre tal retrocesso?

Na raiz dos problemas de hoje estão ausência de gestão e de comprometimento do governo estadual com as metas do programa e com o acompanhamento dos indicadores de criminalidade. Faltou investimento em áreas essenciais de tecnologia, inteligência e infraestrutura. Não foi institucionalizado um fórum de segurança pública, com participação das organizações da sociedade civil para acompanhar e monitorar o programa.

Este diagnóstico não é meu, é do idealizador do Pacto Pela Vida, o sociólogo José Luiz Ratton, que foi incisivo em sua entrevista recente neste mesmo JC: para ele, o programa morreu.

Em gestões passadas, o governador participava diretamente das reuniões e impunha um sentido de urgência. Hoje, existe afastamento proposital do tema, talvez pelos índices desastrosos e pela sensação de insegurança que inquieta o povo pernambucano. Enquanto isso, o Pacto pela Vida sobrevive apenas na propaganda do governo.

O Brasil precisa de uma política nacional de segurança pública, em que possamos valorizar a cooperação federativa no combate à criminalidade, melhorar e ampliar o nosso sistema penitenciário e proteger nossas fronteiras do tráfico de drogas e armas.

Mas Pernambuco não pode assistir passivamente ao aumento da criminalidade. Nossa população reclama por medidas urgentes, que coloquem um freio à escalada de violência e tragam paz e segurança para as ruas e os lares das nossas cidades.

Por Armando Monteiro Neto é senador pelo PTB e ex-ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior
terça-feira, 15 de novembro de 2016

Mergulhadores retiram quase 2 t de lixo das águas do Rio São Francisco

Mergulhadores de pesca esportiva integrantes do movimento ecológico 'Salve Chico' realizaram a maior ação de limpeza registrada nos últimos anos no Rio São Francisco, no trecho de Petrolina. Foram três horas de limpeza no último domingo (13) nos pontos mais críticos, com a retirada de quase duas toneladas de lixo do rio.

Esse já é o terceiro evento com a finalidade e cada vez mais mergulhadores estão ajudando com a retirada do lixo das águas. “O primeiro retiramos em torno de uma tonelada. Na segunda retiramos duas, esperamos tirar mais. Queremos mostrar para os ribeirinhos dos 505 municípios envolvidos na bacia, que eles são os grandes contribuidores para esse prejuízo ambiental", relatou o engenheiro ambiental, André Loiola.

Ao mergulhar em busca de lixo, foram encontradas garrafas, latas em decomposição, pneus e até dentaduras e um mictório.

Os mergulhadores retiraram quase duas toneladas de lixo em um trecho de cinco quilômetros do Rio São Francisco. "Eu me sinto muito aliviado, a conscientização deve ser pra todos", argumentou o mergulhador Juliano Guimarães.

O Rio São Francisco, conhecido como o Rio da Integração Nacional, corta sete estados brasileiros. Em vários trechos, o rio encontra-se assoreado e poluído. Do G1 Petrolina

Brasil Evangélico: Revista Superinteressante publica dossiê sobre evangélicos

A revista Superinteressante publica neste mês de novembro um dossiê específico sobre O Brasil Evangélico: o passado, o presente e as obras das igrejas que conquistaram o país.

De acordo com a publicação, entre 1980 e 2010, o percentual de brasileiros que se declaravam evangélicos subiu de 6,6% para 22,2%. Pesquisas recentes indicam que o índice chegou a 28%. Assim, “qualquer fenômeno que se expande nesse ritmo merece ser melhor compreendido. Ainda mais quando se trata de um movimento tão dinâmico”, afirma a publicação.

O editor Alexandre de Santi destaca que “os evangélicos fazem parte de um grupo eclético, entusiasmado, acolhedor e, muitas vezes polêmico”. A partir dessa premissa, o dossiê procura apresentar o histórico e as várias faces e vertentes do movimento evangélico no país, tendo como ponto de partida a Reforma Protestante iniciada por Martinho Lutero.

Sumário da Revista
 .
Como era de se esperar, a publicação engloba os aspectos positivos e controversos do movimento evangélico nacional, a partir de uma perspectiva sociológica. Há evidente destaque para o surgimento e expansão das Assembleias de Deus no país. “Graças à dupla de suecos Daniel Berg e Gunnar Vingren, fundadores da Assembleia de Deus, o movimento evangélico se espalhou pelo país”, afirma a publicação. E acertadamente a matéria ressalta as três ondas do pentecostalismo. 

Destaque para o surgimento da Assembleia de Deus
Os autores procuraram apresentar os trabalhos sociais desenvolvimento pelas igrejas evangélicas, como a atuação da igreja Batista com os dependentes químicos e crianças abandonadas, apoio aos refugiados e vítimas de catástrofes pelos Adventistas, as atividades de caridade da Quadrangular etc. Certamente, há aspectos questionáveis, como a inclusão dos testemunhas de Jeová e Mórmons no mesmo pacote dos evangélicos. Todavia, considerando que a publicação não tem qualquer conteúdo teológico, tal inserção pode ser compreendida. 

Os neopentecostais não foram esquecidos
Também, não faltou espaço para os neopentecostais (especialmente o império da Universal e o Templo de Salomão, Valdemiro Santiago e Agenor Duque), a teologia da prosperidade, a música gospel, as igrejas evangélicas contemporâneas e, por fim, o voto evangélico.

De modo geral, o dossiê da Superinteressante é importante para resgatar a historicidade e a importância do movimento evangélico no pais, fazendo parte, como afirma o editor, da cultura brasileira.
Por Valmir Nascimento em Blog e Agora, Como Viveremos?.
quarta-feira, 9 de novembro de 2016

Contra todas as projeções, Donald Trump é eleito presidente dos Estados Unidos

O candidato republicano à presidência dos Estados Unidos, o magnata Donald Trump, surpreendeu a maioria dos prognósticos e foi eleito o 45º presidente do país na madrugada desta quarta-feira, 9. Ele contou com um bom desempenho em Estados-chave como Flórida e Ohio e vitórias surpreendentes em Michigan e Wisconsin para tirar os democratas da presidência.

Pouco antes da confirmação da eleição de Trump o diretor de campanha de Hillary Clinton, John Podesta, discursou para os apoiadores da democrata que acompanhavam a apuração no QG montado pelo partido em Manhattan e afirmou que ela não faria nenhum discurso nesta madrugada, adiando para quarta-feira o reconhecimento da derrota. “Não teremos nada para dizer nesta noite (madrugada de quarta-feira no Brasil). Então me escutem: todos deveriam ir para casa e dormir. Teremos mais para falar amanhã”, disse Podesta.

O resultado da eleição deve provocar profunda mudanças nos Estados Unidos. Ao longo da campanha, sob o lema de “fazer a América grande outra vez”, o magnata prometeu construir um muro na fronteira com o México, expulsar imigrantes ilegais e proibir a entrada de muçulmanos nos Estados Unidos.

Além disso, Trump se mostrou favorável a isolar os Estados Unidos no cenário global, dando às costas a acordos comerciais e parcerias militares como a Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan). Apesar disso, o candidato se mostrou favorável a uma reaproximação com a Rússia de Vladimir Putin.

Ao longo da campanha, Trump recebeu apoio de ícones da extrema direita americana, como David Duke – ligado à Ku Klux Klan, entidade racista do sul dos EUA – e a milícias de extrema direita. O candidato também prometeu prender Hillary caso assuma a Casa Branca.

Com discursos centrados nas frustrações e inseguranças dos americanos num mundo em mutação, tornou-se a voz da mudança para milhões deles. E ele fez explodir um Partido Republicano com dificuldades para entender seus eleitores e incapaz de encontrar um modo de parar o tornado Trump. Estadao
segunda-feira, 15 de agosto de 2016

Nada do que ela diz é verdade, afirma Marco Feliciano no Conexão Repórter do SBT

O programa Conexão Repórter do SBT, apresentado por Roberto Cabrini, que foi ao ar na madrugada desta segunda (15), abordou o caso envolvendo o deputado Marco Feliciano (PSC/SP) e que tem sido amplamente noticiado nas últimas duas semanas.

Cheio de reviravoltas, contradições e com muitos detalhes que ainda precisam ser esclarecidos, as denúncias da estudante de jornalismo Patrícia Lelis, 22 anos, dão conta que ela foi assediada, agredida e vítima de uma tentativa de estupro por parte de Feliciano.

O deputado sempre negou as acusações, mas vinha mantendo silêncio desde que a história vazou para a imprensa, no último dia 3.

Ao longo de uma hora, Cabrini mostrou várias versões do que teria acontecido, que incluíam duas entrevistas com Patrícia e uma com o parlamentar. Também ouviu Talma Bauer e Emerson Biazon, que são elementos-chave dentro da trama que parece ter saído de uma produção de Hollywood.

A polícia está investigando o caso em duas frentes, pois Patrícia registrou dois Boletins de Ocorrência (BO) diferentes. Em São Paulo, denunciou Talma Bauer, Emerson Biazon e Marcelo Machado por coação e cárcere privado. Já na capital federal as acusações são contra Marco Feliciano por assédio sexual.

Assista a entrevista na íntegra:


GospelPrime
sábado, 13 de agosto de 2016

Propagandas eleitorais começam na próxima terça e vão até dia 1º de outubro

A propaganda eleitoral deste ano começa na próxima terça-feira (16) e vai até o dia 1º de outubro. Nesse período, os candidatos a prefeito e a vereador estão autorizados a fazer campanha para as eleições 2016, mas devem ficar atentos às restrições impostas pela legislação eleitoral.

Publicidade

As regras para a propaganda em 2016 estão dispostas na Resolução TSE nº 23.457/2015, que também trata do horário gratuito no rádio e na TV e das condutas ilícitas na campanha. As punições para quem cometer irregularidades vão de multa até detenção.

Internet

É permitido fazer propaganda eleitoral na internet em sites do candidato, do partido ou coligação e por meio de mensagem eletrônica para endereços cadastrados gratuitamente por eles mesmos.

O uso de blogs, redes sociais, sites de mensagens instantâneas e assemelhados também está autorizado. Sob qualquer forma, é vedada a propaganda paga na internet. O Tribunal Superior Eleitoral também rejeitou o uso de "vaquinha virtuais" – os chamados crowdfunding – para captação de doações de pessoas físicas.
 
Som

O uso de alto-falantes ou amplificadores de som em veículos e sedes de partidos ou coligações é liberado das 8h às 22h.

A circulação de carros de som e minitrios, como meio de propaganda eleitoral, devem observar o limite de 80 decibéis de nível de pressão sonora. 

Os comícios são permitidos das 8h à meia-noite, mas a Lei das Eleições (Lei nº 9.504/97) proíbe a realização de "showmício" e de evento assemelhado para promover candidatos, assim como a apresentação, remunerada ou não, de artistas com a finalidade de animar comício e reunião eleitoral.
 
Rádio e TV

A propaganda em rádio e TV é restrita ao horário eleitoral gratuito, que começa dia 26 de agosto. A propaganda partidária não será veiculada no segundo semestre.
 
Jornais e revistas

Os candidatos estão autorizados a fazer anúncios pagos na imprensa escrita, com a respectiva reprodução na internet. São até dez anúncios de propaganda eleitoral em datas diversas, por veículo, no espaço máximo por edição, para cada candidato, partido ou coligação, de 1/8 de página de jornal padrão e 1/4 de página de revista ou tabloide.

Bens públicos e particulares

É vedada a veiculação de propaganda de qualquer natureza, inclusive pichação, inscrição a tinta, colocação de placas, faixas, estandartes, cavaletes, bonecos e peças afins em bens em que o uso dependa de cessão ou permissão do poder público, ou que a ele pertençam. A proibição se estende aos bens de uso comum, inclusive postes de iluminação pública, sinalização de tráfego, viadutos, passarelas, pontes, paradas de ônibus e outros equipamentos urbanos.

Mesas para distribuição de material e bandeiras ao longo das vias públicas devem ser móveis e não podem dificultar o bom andamento do trânsito de pessoas e veículos – a colocação e a retirada dos meios de propaganda devem ocorrer das 6h às 22h.

Já a propaganda em bens particulares pode ser feita somente em adesivo ou papel, com dimensão máxima de meio metro quadrado. Nos carros, são permitidos adesivos microperfurados até a extensão total do para-brisa e, em outras posições, adesivos até a dimensão de 50cm x 40cm.
 
Folhetos e outros materiais

A propaganda eleitoral por meio de folhetos, adesivos, volantes e outros impressos deve ser editada sob a responsabilidade do partido, coligação ou candidato, e deve trazer o CNPJ ou o CPF do responsável pela confecção, bem como de quem a contratou, e a respectiva tiragem. Brindes, camisetas, chaveiros, bonés, canetas, cestas básicas ou qualquer outro bem ou material que possa proporcionar vantagem ao eleitor são vedados pela legislação eleitoral.

*Com informações do Estadão Conteúdo
Fonte: Último Segundo - iG 
sexta-feira, 12 de agosto de 2016

Julgamento do impeachment começa dia 25 e Temer pode ser efetivado até fim do mês

Michel Temer conseguiu uma vitória no Senado Federal nesta sexta-feira (12): o julgamento do impeachment de Dilma Rousseff foi oficialmente marcado para o próximo dia 25 de agosto, a partir das 9h, o que dará ao peemedebista a oportunidade de assumir efetivamente o comando do Palácio do Planalto até o fim do mês, conforme seus objetivos.

Presidente da República em exercício desde que a petista foi afastada do cargo, em maio, Temer vinha pressionando aliados para que o julgamento do impeachment terminasse até o fim do mês, já que pretende viajar para reunião do G-20 como efetivo no cargo. 

A decisão do início da análise final do processo foi confirmada em intimação redigida pelo Senado para que Dilma compareça ao julgamento do processo já em 25 de agosto. Mesmo com a base aliada de Temer pressionando para que fosse realizado dois dias antes, a previsão de que a última fase do processo dure em média uma semana dará ao peemedebista a oportunidade de ser efetivado até a viagem – a reunião do G-20 ocorre em 4 e 5 de setembro.
Defesa

A defesa de Dilma foi notificada da data assim que entregou o texto com seus argumentos para absolviçaão da petista, no qual é resumida a argumentação dos advogados ao lado do nome das seis testemunhas que falarão no julgamento.

Foram escolhidos para falar em defesa de Dilma o ex-ministro da Fazenda Nelson Barbosa; o ex-secretário-executivo do Ministério da Educação Luiz Cláudio Costa; a ex-secretária de Orçamento Federal Esther Dweck; e o ex-secretário do Planejamento Gilson Bittencourt. Na lista também estão inclusos o professor de Direito Geraldo Prado e o economista Luiz Gonzaga Belluzzo.

"Chegamos a avaliar se chamaríamos o procurador [Ivan Marx, do Ministério Público Federal], mas ficou claro que no testemunho ele não teria tanto a esclarecer", explicou o advogado da defesa, José Eduardo Cardozo. "Já temos por escrito sua intervenção, que é muito clara quanto ao fato de que os atrasos de pagamento não configuram operação de crédito."

Técnicos do Supremo Tribunal Federal, cujo presidente é a autoridade máxima do processo de impeachment no Senado, Ricardo Lewandowski, calculam que o julgamento deve durar ao menos uma semana. Senadores da base de Temer trabalham para que o prazo seja menor.

O próprio presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), que por um tempo tentou se distanciar das articulações do processo, já opera para que o julgamento seja breve e não ultrapasse três dias. O parlamentar busca fechar com colegas um acordo para diminuir a quantidade de pronunciamentos.

Na próxima semana, Lewandowski se reúne com líderes partidários para fechar o rito das sessões do julgamento de impeachment, assim como havia feito antes da sessão da pronúncia. O objetivo é criar um acordo sobre o tempo de duração das reuniões, dos intervalos e das falas dos senadores nos pronunciamentos. IG-UltimoSegundo

Intimados na Lava Jato, esposa e filho de Lula dizem à PF que ficarão em silêncio

A ex-primeira-dama Marisa Letícia, mulher do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, e um dos filhos do casal Fábio Luís Lula da Silva, informaram à Polícia Federal que pretendem ficar em silêncio. A Federal havia intimado em 4 de agosto Marisa Letícia e Fábio Luis para prestarem "esclarecimentos" sobre a compra e reformas no Sítio Santa Bárbara, em Atibaia (SP), investigado pela força-tarefa da Operação Lava Jato, em Curitiba.

Lula é investigado em três inquéritos principais na força-tarefa da Lava Jato em Curitiba: um sobre a compra e reforma do Sítio Santa Bárbara, em Atibaia (SP), sobre compra e reforma do tríplex do Edifício Solaris, no Guarujá, e sobre recebimentos do Instituto Lula e da empresa LILS Palestras e Eventos - do ex-presidente.

Dois ofícios da defesa de Marisa Letícia e Fábio Luis foram anexados aos autos da Lava Jato nesta sexta-feira, 12. O documento é subscrito pelos advogados Cristiano Zanin Martins, Roberto Teixeira e José Roberto Batochio. A defesa afirma que Marisa Letícia e Fábio Luís 'não têm nada a acrescentar' em relação ao que já foi dito pelo petista.

Os dois ofícios informam à PF que a mulher e o filho de Lula pretendem 'se valer do direito constitucional de permanecer em silêncio (CF/88, art. 5o, inciso LXIII), razão pela qual se mostra inútil seu deslocamento a Curitiba (PR) ou outro local, com dispêndio de recursos e desperdício do já exíguo tempo das autoridades policiais'. O documento registra que 'mesmo na hipótese' de a Federal querer ouví-los como testemunhas, 'incide no caso concreto a proibição legal estabelecida no artigo 206,do Código de Processo Penal', uma vez que são mulher e filho 'do investigado Luiz Inácio Lula da Silva'.

A defesa afirma ainda que Marisa Letícia e Fábio Luís não são proprietários 'de fato ou de direito do imóvel objeto da investigação' e que não têm 'qualquer ciência ou participação da utilização de recursos de origem não lícita empregados no imóvel objeto de investigação'. Estadao

Cometa maior do que o que extinguiu dinossauros já tem data para chegar na Terra

A possibilidade de meteoros caírem na Terra devido a influência de Júpiter gera certa preocupação por parte dos cientistas. Isso ocorre porque as Perseidas – pedaços de uma chuva de meteoros associada ao cometa Swift-Tuttle -, que brilham no céu noturno todos os meses de agosto, serão, neste ano, influenciadas pela órbita de Júpiter, em um fenômeno inédito.

Pesquisadores afirmam que a chuva deste ano não será perigosa, mas mostra que o nosso planeta pode, em algum momento, ser atingido pelo próprio cometa Swift-Tuttle, caso a influência da órbita de Júpiter seja muito grande.

A boa notícia é que este cometa, em particular, tem uma órbita facilmente calculável, com propriedades muito comuns e fáceis de serem entendidas. A cada 133 anos, ele completa uma órbita em torno do nosso Sol, a uma distância de 8 milhões de quilômetros da Terra, quase fora do Sistema Solar. À medida em que vai fazendo sua volta, ele vai se aproximando do centro do Sistema e, consequentemente, da Terra. Mas, ainda que de fato esse cometa venha a colidir com a Terra, isso só acontecerá no ano de 4479.

Se a previsão estiver correta, a colisão será 260 vezes mais potente do que a do cometa que extinguiu os dinossauros. O Swift-Tuttle mede 26 quilômetros de diâmetro e se move quatro vezes mais rápido do que o último a atingir a Terra. A energia liberada seria equivalente a 20.000.000 de bombas de hidrogênio. ForbesBrasil

Em documento de 673 páginas, defesa de Dilma vai pedir nulidade do impeachment

O advogado José Eduardo Cardozo, responsável pela defesa da presidente afastada Dilma Rousseff no processo de impeachment, vai requerer a nulidade do julgamento que pede a cassação do mandato da petista. Nas 670 páginas com as alegações finais que entregou nesta sexta-feira (12) ao Senado, ele argumenta que houve erro formal no texto final do libelo acusatório, aprovado na madrugada de quarta-feira (10) em primeira votação pelos senadores.

Segundo Cardozo, o documento elaborado pelo relator do caso, senador Antônio Anastasia (PSDB-MG), incluiu fatos novos e tipificação de crimes de responsabilidade não previstos no pedido original do impeachment admitido em dezembro pela Câmara. A sessão final do Senado que decidirá o futuro de Dilma foi marcada para o dia 25 deste mês pelo presidente do Supremo Tribunal Federal, Ricardo Lewandowski. A previsão de duração do julgamento final é de cinco dias.

No documento de defesa Cardozo argumenta que o relatório de acusação de Anastasia cita prazos não previstos em lei dos repasses do Tesouro Nacional aos bancos oficiais para cobrir gastos com programas sociais, as chamadas de pedaladas fiscais. “O senador Anastasia criou um fato novo e uma nova tipificação de crime de responsabilidade não previsto na denuncia inicial do processo de impeachment”, disse Cardozo.

O advogado também apresentou nesta sexta-feira as seis testemunhas que a defesa vai apresentar na sessão final do impeachment. Para reforçar seus argumentos técnicos de que não houve empréstimos dos bancos oficiais ao Tesouro – prática proibida pela Lei de Responsabilidade Fiscal – Cardozo escolheu os economistas Luiz Gonzaga Belluzzo, da USP, Geraldo Prazo, da Universidade Federal do Rio de Janeiro, o ex-ministro da Fazenda Nelson Barbosa, a ex-secretária de orçamento federal Ester Dweck, e o antigo secretário executivo do ministério da Educação, Luis Cláudio Costa.

Justiça

Cardozo disse que analisa junto com Dilma Rousseff a alternativa de recorrer ao STF para tentar anular o processo de impeachment com o mesmo argumento utilizado no Senado, de que o libelo acusatório tem falhas jurídicas. “O relator Anastasia utiliza tabelas erradas, pareceres e doutrinas fora de contexto. O relatório dele é de acusação e não de julgamento”, argumentou Cardozo. O advogado não informou quando a decisão de recorrer à Justiça será tomada e nem se a presidente afastada vai à sessão final para se defender pessoalmente. Ela não é obrigada a comparecer.

Na última sessão do impeachment, Cardozo solicitará novas diligências e perícias contábeis para analisar as contas do governo durante o ano de 2015. O objetivo é tentar sensibilizar os senadores que não houve pedalada fiscal e que o pedido de impeachment não tem fundamento. Nas alegações finais entregues no Senado, Cardozo também alega que os decretos de suplementação orçamentária não desrespeitaram a lei orçamentária. CongressoemFoco

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