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segunda-feira, 3 de novembro de 2014

A questionável decisão de realizar o suícidio assistido

A americana Brittany Maynard, que tinha câncer em estado terminal e havia anunciado que daria fim à sua vida, morreu neste sábado (1º) ao realizar um suicídio assistido. Nos Estados Unidos há um grupo pró-eutanásia, o Compassion & Choices (Compaixão e Escolhas), que divulgou à imprensa o fim da vida da mulher que decidiu antecipar sua morte.

Antes de morrer, pelas redes sociais a suicida declarou: “Adeus a todos os meus queridos amigos e parentes que amo. Hoje é o dia que escolhi partir com dignidade diante de minha doença terminal, este terrível câncer cerebral que tirou tanto de mim … mas que poderia ter tomado muito mais. O mundo é um lugar bonito, viajar foi meu melhor professor, meus amigos próximos e meus pais são os maiores doadores. Tenho inclusive um círculo de apoio ao redor da minha cama enquanto escrevo … Adeus mundo. Espalhem boa energia. Vale la pena!”

A história de Maynard chama a atenção do mundo. Ela foi diagnosticada em janeiro com um glioblastoma, um tumor no cérebro, e mais tarde ouviu dos médicos que só teria seis meses de vida. No estado dela, a Califórnia, é proibido atentar assim contra a própria vida, então ela decidiu se mudar de São Francisco para o Oregon, porque esse estado norte-americano permite o suicídio assistido para pacientes terminais. Desde então ela dedicou suas últimas semanas de vida a uma campanha para que outros que se veem diante de uma morte iminente possam usufruir do mesmo direito.
Num mundo em que todos lutam para viver até ao último minuto, soa estranho alguém marcando a hora da morte, por mais que esta pessoa esteja com uma doença incurável. Via de regra, todos queremos viver.

Um dos maiores pesquisadores da atualidade,
Dr. Norman L. Geisler, disse o seguinte: “até mesmo a eutanásia, uma forma de dar cabo à própria vida, é uma contradição em termos, porque o ato final ‘contra si mesmo’ não pode ser, ao mesmo tempo, um ato ‘em prol de si mesmo’. E completa o artigo: “Se a base do amor ao próximo é amar a si mesmo, não amar-se é a base do ódio e da vingança contra o semelhante, o que viola o segundo grande mandamento”.

O homem, principalmente o cristão, além de ser a imagem e semelhança de Deus é o templo do Espírito de Deus. Assim, destruir o próprio corpo é desonrar o Criador.

A morte é uma ocorrência natural. Às vezes Deus permite que uma pessoa sofra por muito tempo antes que sua morte ocorra; outras vezes, o sofrimento da pessoa é encurtado. Ninguém gosta de sofrimento, mas isso não faz com que seja correto determinar que uma pessoa está pronta para morrer. Muitas vezes os propósitos de Deus são revelados através do sofrimento de uma pessoa. Deus se importa com aqueles que estão clamando que a morte venha dar um fim ao seu sofrimento. Deus dá propósito à vida até o seu fim. Só Deus sabe o que é melhor, e sua hora, até mesmo para a morte, é perfeita.
Com informações de www.gotquestions.org/www.cacp.org.br/G1

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