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quarta-feira, 5 de novembro de 2014

“Eu farei as mudanças que todos nós escutamos ao longo da campanha eleitoral”, afirma Dilma

Durante discurso em encontro com partidários do Partido Social Democrático (PSD) nesta quarta-feira (5), no Palácio do Planalto, a presidente Dilma afirmou que “o Brasil necessita” de uma reforma política. Ela disse que conta com o apoio do PSD no Congresso para garantir que essa e outras importantes mudanças sejam efetivadas por esse próximo governo e legislatura.

“É óbvio que ela [reforma política] passa pelo Congresso, mas também não podemos descuidar da presença e dos interesses populares expressos durante toda campanha, dos sete milhões de assinaturas arrecadadas, das propostas colocadas e temos de entender este processo”, afirmou Dilma.

A presidenta lembrou que as eleições apontaram que os brasileiros querem “reformas e mudanças” e por isso pediu apoio dos parlamentares.

“Eu quero também dizer que eu farei as mudanças que todos nós escutamos ao longo da campanha eleitoral, antes da campanha eleitoral e sabemos que estamos escutando sistematicamente. Essas mudanças, nós temos de saber que elas serão o resultado da vontade, do trabalho e da articulação do governo, dos partidos que integram nossa base aliada, do Congresso, e portanto, dos partidos da base com a oposição”, disse.

Além da reforma política, Dilma destacou a necessidade de uma reforma tributária. Para ela, uma o modelo e caminho a ser seguido deve ser a universalização do Simples, medida que foi implementada e liderada pelo ministro das Micro e Pequenas empresas, Guilherme Afif. “Mostra uma direção de simplificação, de unificação e de fim da burocracia”, avaliou.

Dilma citou como um dos maiores desafios brasileiros combater a inflação e ajustas as contas públicas mantendo conquistas sociais e melhorando os serviços públicos como saúde, educação e segurança. Aos governadores presentes, a presidenta ressaltou que a discussão faz parte de uma questão federativa e é fundamental ações coordenadas dos entes federados.

“Agora, tem vários desafios que nós vamos ter de enfrentar, principalmente o fato de que muitos dos órgãos que executam na ponta a política de educação e saúde (…) não é feita diretamente pela União, e portanto, passa por essa questão federativa que nós temos de olhar com todo cuidado que é a relação com municípios e estados”, afirmou.

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