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sábado, 28 de fevereiro de 2015

Suspeitos pela morte de pastor no Ceará são presos e afirmam que tinham amizade com o líder batista

O pastor Darckson Lira, dirigente da Igreja Batista Vale de Bênçãos, morreu na última quarta-feira, 25 de fevereiro, vítima de latrocínio. 

O pastor foi atingido por 12 facadas, após ser abordado nas proximidades de sua residência. Os criminosos chegaram a levar o pastor e seu carro, porém deixaram seu corpo na avenida Duque de Caxias e abandonaram o veículo após colidirem na Praça da Bandeira.
 
O pastor Darckson Lira era “conhecido internacionalmente por sua defesa ao próximo e como orador”.  Ele é o fundador da Igreja Vale de Bençãos, da qual foi o principal porta voz. 

A Polícia deteve dois suspeitos de serem os responsáveis pela morte do pastor. Um deles negou a participação no crime e revelou que ele recebia ajuda do pastor em virtude de sua companheira estar grávida. Saturnino Araújo Angelim, 19 anos, disse que conhecia o líder evangélico e mantinha uma relação de intimidade com o pastor.

De acordo com informações do Diário do Nordeste, o outro suspeito, Ronaltty Ferreira da Silva, 21 anos, já tem passagens pela Polícia por outros assaltos, receptação e porte ilegal de arma de fogo.

“Ele ajudava a gente. Ele ia me deixar em casa quando eu saía do trabalho. Um outro cara desceu do carro. Teve um cara que abordou nós [SIC]. Ele [pastor] sempre ia me buscar. Eu marquei com ele, a gente se conhecia. Ele [pastor] me chamou pra sair, ele [pastor] me ajudava, pois o meu bebê vai nascer agora. Ele [olha para o outro suspeito], também estava atrás, com o outro [terceiro suspeito]”, alegou Saturnino.

Ambos foram detidos minutos após terem roubado o carro do pastor e o esfaqueado. Durante a fuga, colidiram com o carro numa praça da capital cearense. Autuados em flagrante por latrocínio, que é o roubo seguido de morte, podem pegar uma pena entre 20 e 30 anos de cadeia, se forem condenados.

Como parte do inquérito, a Polícia vai solicitar imagens dos circuitos internos de segurança dos estabelecimentos próximos ao local do crime para averiguar se havia um terceiro criminoso na ação.

Para o delegado Romério Almeida, há detalhes do depoimento de Saturnino que precisam ser esclarecidos, para que a real motivação do crime seja descoberta.

“O pastor tinha amizade com esses rapazes. Por volta da meia-noite, eles marcaram um encontro na Duque de Caxias e o pastor ficou aguardando eles chegarem. E logo em seguida, o pastor foi esfaqueado várias vezes, morto e jogado fora do carro. Os dois indivíduos fugiram do veículo. Houve o acionamento por parte dos populares. Os policiais visualizaram o carro no bairro Damas, daí houve a perseguição e os veículos vieram a colidir com um poste. Eles fugiram a pé, logo em seguida foram encontrados e dentro do carro foi encontrada a arma utilizada na morte do pastor, um facão. Eles [dupla] inventaram uma mentira dizendo tinham sido abordados por um terceiro indivíduo, que jogou o pastor fora e obrigou que fugissem com o carro. O ‘Lourinho’ [Saturnino] disse que já tinha amizade e mantinha encontros íntimos com o pastor. E queremos avançar nesses aspectos para sabermos o que realmente originou essa ação. Um relacionamento homossexual. Ele falou que teve um relacionamento e nós vamos continuar as investigações”, informou o delegado.

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