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segunda-feira, 9 de março de 2015

Admitindo problemas, Dilma culpa crise internacional e seca inesperada

A presidente Dilma Rousseff aproveitou o Dia da Mulher para fazer seu primeiro pronunciamento em rede nacional deste ano, onde afirmou que a crise pela qual o Brasil passa nem de longe se assemelha às anteriores e que as novas medidas não vão parar o país.

A presidente também pediu paciência aos brasileiros e culpou a crise internacional e a seca que atinge o país pelos problemas atuais.

“Estamos na segunda etapa do combate à mais grave crise internacional desde a grande depressão em 1929."

Dilma afirmou que as circunstâncias mudaram por conta do agravamento de problemas no Brasil e em boa parte do mundo e completou: "Há ainda a coincidência de estarmos enfrentando a maior seca da nossa história, no Sudeste e no Nordeste."

"Não havia como prever que a crise internacional duraria tanto. E, ainda por cima, seria acompanhada de uma grave crise climática."
 
Paciência

“Entre outros efeitos, sei que essa seca vem causando o aumento temporário nos custos da energia e de alguns alimentos. Você tem todo direito de se irritar e se preocupar.”

Dilma também pediu "paciência e compreensão" aos brasileiros, afirmando que se tratam de “problemas temporários”. Já ao fim de seu discurso, ela tratou da Operação Lava-Jato, dizendo que a “mão da Justiça vem se fortalecendo”.

“É isso, por exemplo, que vem acontecendo na apuração ampla, livre e rigorosa nos episódios lamentáveis contra a Petrobras."

Dilma também aproveitou para explicar o porquê de o governo estar fazendo o que chamou de correções e ajustes na economia. "Absorvemos a carga negativa até onde podíamos e agora temos que dividir parte deste esforço com todos os setores da sociedade."

E afirmou não ser a primeira vez que o Brasil passa por isso, dizendo que em 2003, no início do governo Lula, foi preciso tomar medidas corretivas. "Depois tudo se normalizou e o Brasil cresceu como poucas vezes na história", disse. BBC

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