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terça-feira, 24 de março de 2015

Ser pai e mãe, um missão que nunca acaba

Uma das melhores figuras bíblicas para criação dos filhos é a experiência vivida, o exemplo deixado por Joquebede, mãe de Moisés, que depois se tornou libertador de Israel no Egito.
 
Havia à época uma determinação do governo que todas as crianças do sexo masculino que nascessem entre os judeus deveriam ser friamente assassinadas.
 
Joquebede não aceitou a morte de seu filho assim, e resolveu colocar em prática um plano secreto: escondeu a criança por três meses dentro de casa. Entretanto chegou um momento que não deu mais para escondê-la, então ela fez algo inusitado: Colocou o bebê num cesto, fechou as aberturas do recipiente com betume, e o lançou nas águas do Rio Nilo, o grande rio do Egito.
 
A criança foi sendo levada pela correnteza do rio, e a irmã adolescente de Moisés, Mirian, acompanhou de longe para ver o que acontecia. O cesto foi visto e recolhido por nada menos a filha do rei do Egito, o Faraó, que gostou da criança e resolveu criá-la.
 
Mirian, a irmã observadora, se aproximou e perguntou se a princesa não queria uma pessoa pra cuidar do bebê, e com a concordância da mesma, nada mais nada menos do que a própria mãe Joquebede, foi contratada pra cuidar da criança achada.
 
Assim somos nós hoje em dia. Guardamos nossos filhos até quando podemos, mas chega um momento que não tem como. Precisamos lança-los ao “rio” da creche, da escola, da aula de banca, de outros parentes, dos vizinhos, da TV, e agora no mundo virtual também, através dos tablets e smartphones. Não tem como impedi-los de interagir com o mundo lá fora, e pra isso precisamos prepará-los.
 
Precisamos untar corretamente o cestinho que os infantes irão ser colocados. Temos que ensiná-los desde o seu nascimento, talvez até antes de virem ao mundo, como viverem nesse mundo tenebroso. Necessitamos oferecer-lhes confiança, amor, carinho e respeito, mas também temos que lhes impor limites. Além disso, temos que estar atentos, acompanhar os passos deles, se aproximando quando necessário. E sempre prontos a trazê-los à nossa orientação mais firme quando for preciso.
 
Parece que o desafio hoje é maior do que antes. Além de leis que foram e são criadas para interferir na nossa relação pai e filho, a exemplo da famigerada “lei da palmada”, nos deparamos com um novo conceito equivocado de família que se dissemina, com duplas de homossexuais adotando filhos e de alguma forma podendo influenciar nossos filhos. E para completar a onda de ceticismo que só se alastra em nosso tempo.
 
Ser pai e mãe é uma missão que nunca acaba, diminui com o tempo, mas sempre exerceremos o papel de pai e mãe, sobre nossas eternas crianças. E por mais que as ondas, as correntezas da vida queiram engolir ou afastar nossos filhos, jamais, eu repito jamais, podemos desistir deles.

Por Francisco Evangelista

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