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sábado, 27 de junho de 2015

Dilma adere a campanha em favor da união gay, mas é cobrada

A presidente Dilma Rousseff aderiu à campanha #LoveWins (“o amor vence”, em português), que ganhou as redes sociais após a aprovação da união gay nos Estados Unidos, país para o qual a petista embarca neste sábado em missão oficial. Outros políticos, como o ex-presidente Lula, e o próprio Palácio do Planalto também se juntaram à campanha, marcada pela sobreposição das cores do arco-íris – símbolo do movimento LGBT – sobre a foto do perfil no Facebook.

Logo em seguida, a presidente foi cobrada pela adoção de mais medidas em favor de gays, lésbicas e transexuais. “Aproveita e regulamenta o casamento gay também! Ou criminaliza a LGBTfobia!”, sugeriu um internauta. “Aproveite o momento propício e faça uma declaração política enfática contra a homotransfobia existente no Brasil!”, recomendou outra.

A adesão à campanha também gerou críticas. “Aproveitadora. 13 anos e poucos avanços com relação aos LGBT e agora muda até a foto do perfil”, reclamou um internauta. Outro criticou a utilização de páginas oficiais, como a do Planalto, para apoiar a decisão do governo norte-americano em favor dos homossexuais. “No Brasil o ensino religioso foi proibido nas escolas com a desculpa esfarrapada de que o Estado é laico. Mas patrocinar parada gay com dinheiro público pode”, opinou outro usuário.

Repercussão

Nesta semana a Suprema Corte dos Estados Unidos aprovou o casamento gay para todos os estados norte-americanos. A decisão foi saudada em discurso pelo presidente Barack Obama como “uma vitória da América”. A expressão #LoveWins chegou a ser o tópico mais utilizado em todo o mundo por quatro horas no Twitter. O Facebook criou um recurso que permite aos usuários aplicar um filtro que imita a bandeira do orgulho gay sobre a imagem do perfil do usuário. A ferramenta, utilizada no perfil de Dilma, também teve a adesão do criador da rede social, Marck Zuckerberg.

No Brasil, o Supremo Tribunal Federal (STF) reconheceu em 2011 a equiparação da união homossexual à heterossexual. Dois anos depois, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) determinou que os cartórios brasileiros celebrassem casamentos entre pessoas do mesmo sexo.

Nesta semana, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, enviou parecer ao Supremo sugerindo que a homofobia e a transfobia sejam julgadas como crimes de racismo. O texto também recomenda que o tribunal estabeleça um prazo para que o Congresso aprove uma lei específica sobre o assunto. A questão relacionada aos direitos LGBT enfrenta forte resistência de parlamentares ligados a igrejas, sobretudo, evangélicas. CongressoemFoco

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