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segunda-feira, 15 de junho de 2015

Serviço Social da UPAE/IMIP Petrolina (PE) atua em casos de vulnerabilidade social

É bastante comum a Emergência da Unidade de Pronto Atendimento e Atenção Especializada (UPA) de Petrolina (PE), gerida pelo Instituto de Medicina Integral Professor Fernando Figueira (IMIP,) receber pacientes com diversas demandas sociais. Notificações sobre violência doméstica, suicídio, dependentes químicos e outras são assistidas pelo Serviço Social da instituição que atua em conjunto com a equipe de assistência multiprofissional.
 
Ao todo em 2014 a Unidade totalizou 147 casos de violência. Foram 104 de violência contra mulher (representando 70,75% dos casos), 38 notificações de violência contra homens, três contra adolescentes e dois casos contra idosos.

A supervisora do Serviço Social da UPAE, Nazaré Cunha, explica como é o fluxo de atendimento dos usuários com demandas sociais. "Quando o paciente chega a UPA, é acolhido e classificado pelo enfermeiro, direcionado para o atendimento médico e em seguida após ser estabilizado, é assistido pelo Serviço Social e devidamente orientado e encaminhado para a rede de assistência específica. São pacientes expostos à vulnerabilidade social, com direitos violados e que precisam de apoio da rede sócio assistencial. Quando acontecem estes casos, entramos em contato com a rede de atendimento como, por exemplo, o Centro de Referência Especializado de Assistência Social (CREAS) e o Centro de Atenção Psicossocial (CAPS)", pontua.

"Em casos de violência sexual contra mulher, a paciente é encaminhada para o Hospital Dom Malan, Delegacia Especializada de Atendimento a Mulher e o CREAS. Já em situações de violência masculina, o usuário é aconselhado a realizar um Boletim de Ocorrência (B.O) na Delegacia de Polícia, contudo é necessário que esse paciente aceite realizar a denúncia. Nós do Serviço orientamos e aconselhamos para que seja feito a devida denúncia no órgão competente", explica a assistente social.

"Já em casos de tentativas de suicídios, os pacientes são atendidos aqui e encaminhados ao CAPS, onde eles terão um acompanhamento adequado para o caso. Tratando-se de violência contra idoso, acionamos o Conselho do Idoso para averiguação e devidos encaminhamentos. No caso de adolescentes, acionamos o Conselho Tutelar. É importante ressaltar que todos os pacientes assistidos nestes perfis só recebem alta desta Unidade de Saúde quando estão devidamente encaminhados para os órgãos especializados de acordo com suas necessidades. Nós olhamos o contexto do paciente como um todo, não apenas a doença, tudo para que seja minimizado o sofrimento desses pacientes e que eles tenham seus direitos efetivamente garantidos", complementa e finaliza Nazaré Cunha.

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