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segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

Críticas fluem tão fáceis, já dá uma mão de ajuda..

Uma atitude comum de nosso cotidiano demonstra nossa predisposição para sermos muito mais críticos do que ajudadores. Já observou qual é a primeira reação de quase todos nós quando alguém leva uma queda? Quase sempre rimos do que aconteceu, para só depois tomarmos uma iniciativa para fazer o caído levantar.

Infelizmente somos muito mais propensos a cruzar os braços ou apontar o dedo quando há alguém que precisa de ajuda ao nosso redor, muito mais do que para estender a mão e se dispor a cooperar com aquele que encontra-se em situação de desfavorecimento.

Um fato ocorrido no ministério terreno de Jesus e narrado no texto bíblico ilustra muito bem essa realidade da vida humana. No capítulo 5 do evangelho de João, Cristo foi a um local chamado Betesda em Jerusalém onde costumava ficar grande número de pessoas doentes e inválidas. Lá estavam cegos, mancos e paralíticos. Um deles chamou a atenção do Messias. Era um paralítico que há 38 anos estava ali.

A razão para tantos doentes se acomodarem no local é que lá havia um tanque e de acordo com o escritor bíblico havia uma crença que "de vez em quando descia um anjo do Senhor e agitava as águas. O primeiro que entrasse no tanque, depois de agitadas as águas, era curado de qualquer doença que tivesse".

Jesus Cristo se aproximou daquele paralítico e lhe fez uma pergunta óbvia: “Você quer ser curado?”. E ai é que a gente percebe a dificuldade de ajudar das pessoas. O pobre homem deficiente físico declarou ao Mestre:"Senhor, não tenho ninguém que me ajude a entrar no tanque quando a água é agitada. Enquanto estou tentando entrar, outro chega antes de mim”. Estava ele entregue à sua própria sorte.

O homem foi curada por Jesus, começou andar e recebeu ordem para pegar sua maca, botar nas costas e procurar sua casa. Nesse momento surgiram então os críticos. Aqueles mesmos que durante 38 anos não tiveram qualquer ação para tentar ajudar o pobre homem, quando o viram caminhar pelas ruas, nem notaram que ele acabara de ser curado, apenas se apressaram em criticá-lo pelo fato dele estar dele estar em pleno sábado, dia sagrado dos judeus, carregando um objeto nas costas, ou seja, de alguma forma trabalhando. Os seus críticos disseram: “Hoje é sábado, não lhe é permitido carregar a maca”.

Vejam que dura realidade. Onde estavam todos durante as quase quatro décadas que o paralítico precisava de ajuda? Para estender a mão, ninguém apareceu esse tempo todo, mas para apontar o dedo precisou-se apenas de alguns minutos.

Nos motivamos para criticar e nos inibimos de ajudar, quase sempre sem nem procurar conhecer a situação de quem está sendo o nosso alvo.

Que Deus nos ajude!

Por Francisco Evangelista

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