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sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

Governo acena com crédito de R$ 83 bi para reaquecer a economia


Durante reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES), no Palácio do Planalto, o ministro da Fazenda, Nelson Barbosa, anunciou que o governo pretende utilizar recursos dos bancos públicos – Banco Nacional de Desenvolvimento o Econômico e Social (BNDES), Banco do Brasil, do Nordeste a da Amazônia – para aumentar o crédito, principalmente para os segmentos que possam gerar mais postos de trabalho e para o agronegócio. Barbosa estima o volume de recursos em R$ 83 bilhões. O valor para o custeio agrícola operado pelo Banco do Brasil deve chegar a R$ 10 bilhões este ano. O governo também pretende utilizar o FGTS como garantia para ampliar os empréstimos consignados dos trabalhadores do setor privado.

Barbosa também sugeriu que o governo envie um projeto ao Congresso propondo a criação de um limite legal para a elevação do gasto público. Para compensar eventuais quedas na arrecadação de tributos, o ministro propôs que este limite seja flexível, o que evitaria problemas com o Tribunal de Contas e com a Lei de Responsabilidade Fiscal. A reunião desta quinta do conselhão foi a primeira depois de um ano e meio e contou com a presença da presidente Dilma Rousseff. O conselho é formado por ministros de estado e representantes de vários segmentos do empresariado, das centrais sindicais e da sociedade civil convidados pela presidente.

O objetivo do governo com a reunião desta quinta é dividir com os representantes do setor privado as medidas que possam reaquecer a economia. Falando em nome do setor privado na abertura da reunião, o presidente do Bradesco, Luiz Carlos Trabuco, fez um discurso recheado de preocupação com o aprofundamento da recessão. “Com recessão, todo mundo perde”, ressaltou. O presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, também discursou e deixou a entender que este ano a tendência é que os reajustes dos preços administrados pelo governo sejam menores.

Durante a sua explanação, a presidente Dilma disse que precisava das ideias dos conselheiros para que o governo adote medidas e o país volte a crescer. Ela voltou a defender a criação da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF) como alternativa para possibilitar o equilíbrio fiscal nas contas da União e a reforma da Previdência, com a ampliação das idades mínimas para as aposentadorias.

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