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terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

Atendimento de Terapia Ocupacional promove qualidade de vida e humanização do ambiente hospitalar

A Unidade de Atenção Especializada (UPAE) e o Hospital Dom Malan, ambos geridos pelo Instituto de Medicina Integral Professor Fernando Figueira, disponibilizam os profissionais da área que tem como base de suas ações abordagens e/ou condutas fundamentadas em critérios avaliativos com eixo referencial pessoal, familiar, coletivo e social, coordenadas de acordo com o processo terapêutico implementado, possibilitando assim, a melhoria do estado de saúde e de qualidade de vida, capacitando o paciente para adquirir sua autonomia necessária para manutenção de sua vida ativa reduzindo os processos de exclusão.

Terapia Ocupacional é uma área do conhecimento, voltada aos estudos, à prevenção e ao tratamento de indivíduos portadores de alterações cognitivas, afetivas, perceptivas e psicomotoras, decorrentes ou não de distúrbios genéticos, traumáticos e/ou de doenças adquiridas, por intermédio da sistematização e utilização da atividade humana como base de desenvolvimento de projetos terapêuticos específicos. O terapeuta ocupacional é o profissional dotado de formação nas Áreas de Saúde e Sociais. Sua intervenção compreende avaliar o cliente, buscando identificar alterações nas suas funções práticas, considerando sua faixa etária e/ou desenvolvimento da sua formação pessoal, familiar e social.

Segundo a Terapeuta Ocupacional da UPAE, Iara Goes, a maioria dos pacientes são pessoas com sequelas de Acidente Vascular Encefálico (AVE), porém também são atendidas pessoas com sequelas de Traumatismo Crânio Encefálico (TCE), alterações em mãos e membros superiores decorrentes de traumas ou sequelas de hanseníase além de demências, como a Doença de Alzheimer. “Os atendimentos são voltados à estimulação de componentes do desempenho ocupacional: motores, sensoriais, cognitivos, habilidades psicossociais; bem como às áreas de desempenho: principalmente Atividades de Vida Diária e lazer. Dependendo da necessidade do paciente são prescritos ou confeccionados dispositivos como órteses, adaptações, auxiliares de locomoção, os quais são usados para atingir os objetivos individuais propostos e maximizar função e independência”, esclarece.

A terapeuta ocupacional do HDM, Heloisa Helena L. de Oliveira, explica como o profissional da brinquedoteca da Unidade trabalha. “O terapeuta ocupacional no espaço da brinquedoteca é o profissional que está apto a prevenir e tratar os problemas que interferem no desempenho funcional da criança, através da aplicação e análise de atividades, tanto para estimular o desenvolvimento infantil como para minimizar o impacto negativo da hospitalização. As atividades realizadas na brinquedoteca são livres, pré-selecionadas pelo terapeuta ocupacional de acordo com a faixa etária, porém a escolha dos brinquedos e atividades parte das crianças,” aponta.

Alguns objetivos da Terapia Ocupacional na Brinquedoteca Hospitalar são “preservar a saúde emocional da criança, preparar a criança para situações novas que irá enfrentar dar continuidade á estimulação de seu desenvolvimento sensório-motor e cognitivo, proporcionar condições para a família de um ambiente favorável, preparar a criança para voltar para casa, dentre outros. Sendo assim a atuação do terapeuta ocupacional, utilizando o brincar no ambiente hospitalar se torna um componente importante dentro da perspectiva de integralidade da criança.” Finalizou Heloisa Helena L. de Oliveira.

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