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sexta-feira, 27 de janeiro de 2017

Em dois anos, governo da Bahia economiza R$ 1,2 bilhão com despesas de custeio

O governo da Bahia conseguiu economizar cerca de R$ 1,2 bilhão em despesas de custeio entre o início de 2015 e o fim de 2016. A redução de gastos foi resultado de uma política de controle instituída pelo governador Rui Costa que envolveu medidas como a extinção de dois mil cargos públicos, o corte de quatro secretarias e a implantação de uma equipe na Secretaria da Fazenda (Sefaz) voltada para o monitoramento permanente das despesas públicas. De acordo com a Sefaz, a economia obtida significa uma “reversão importante”, já que o padrão histórico de evolução das despesas de custeio pelo Estado nas últimas décadas era de crescimento equivalente à inflação ou acima desta. 

Nos dois últimos anos, a economia nominal, ou seja, sem considerar a inflação, somou R$ 314 milhões. Sem a mudança trazida pelo controle de gastos, de acordo com o padrão histórico, ao invés de redução as despesas em 2015 e 2016 teriam registrado aumento de R$ 886 milhões. A economia real, portanto, soma R$ 1,2 bilhão no período. “Ao longo desses dois anos, apertamos o cinto para poupar cada centavo destinado ao custeio da máquina pública para enfrentar com serenidade a crise econômica nacional e manter as contas saneadas. 

O resultado dessa economia contou com a colaboração de cada um dos servidores públicos e foi além das nossas expectativas. Ela é perceptível quando avaliamos a situação financeira do Estado, um dos poucos que atravessa a crise sem turbulência, e, melhor, continuando a investir pesado em diversas áreas, como saúde e mobilidade urbana”, avaliou o governador Rui Costa. 

Segundo o secretário da Fazenda, Manoel Vitório, a política de controle dos gastos é peça fundamental da estratégia do Governo do Estado para assegurar o equilíbrio fiscal. Ele lembra que a Bahia, ao contrário do cenário de crise em vários governos estaduais, pagou nas datas previstas o décimo terceiro salário e o salário de dezembro, está em dia com os fornecedores e mantém os serviços públicos operando normalmente. 

Além disso, o Estado tem a sua dívida sob controle e conseguiu ampliar os investimentos em 2016, estimulando a geração de emprego e renda em plena recessão. “Há um grande esforço do fisco estadual no sentido de manter o ritmo da arrecadação própria e temos conseguido inclusive ampliar a nossa participação no conjunto do ICMS nacional, mas o cenário de crise e as quedas nas transferências da União têm mostrado a necessidade de mantermos a cautela, controlando os gastos para assegurarmos a saúde financeira do Estado”, explica. BN

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