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sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

Vereadores petistas emitem notas de repúdio após denúncia de agressão a dirigente sindical

Na última quarta-feira (08) a dirigente Simone Paim, do Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais de Petrolina, denunciou uma agressão provocada por uma empresária. Ela chegou a sofrer hematomas pelo corpo, prestou queixa na delegacia local, fez exame de corpo de delito, e denunciou a agressão ao Ministério Público do Trabalho. Nesta sexta os vereadores petistas Professor Gilmar Santos e Cristina Costa emitiram notas de repúdio pelo ocorrido. Confira:

O gabinete do vereador Professor Gilmar Santos se solidariza à companheira Simone Paim, diretora da CUT e do Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais (STTR) de Petrolina e repudia a agressão cometida por uma empresária a esta líder sindical no exercício de suas funções esta manhã (08/02) durante as atividades da Convenção Coletiva de Trabalho (CTT). Afirmamos a necessidade de justiça perante este fato lamentável pelo aspecto da pessoa humana e do coletivo que ela representa. Não é admissível que uma representante da classe trabalhadora venha ser agredida verbal e fisicamente na defesa de seus direitos. Uma situação absurda que só é compatível a uma sociedade escravocrata e, embora há pouco mais de um século esta prática esteja abolida de nossa nação, temos ainda muito o que fazer por dissipar os resquícios desses valores sórdidos da nossa cultura através de um exercício aprofundado da nossa democracia que passa primordialmente por um basta à violência contra a classe trabalhadora. Acompanharemos os procedimentos dos órgãos competentes que receberam a denúncia, reivindicando as punições cabíveis à empresária e à empresa. A injustiça alimenta a guerra e o ódio de classes, por sua vez a justiça e a igualdade alimentam a paz e o fim da divisão da sociedade em classes. Professor Gilmar Santos.

Como mulher, cidadã, e vereadora, lamento e repudio, a agressão sofrida pela companheira Simone Paim, diretora da CUT e do Sindicato dos Trabalhadores Rurais (STR). Não era apenas uma mulher. Mas uma mulher, representante de uma categoria, batalhadora, que na sua militância, visitou a Fazenda Seik Shimabucura, localizada no Núcleo 1, do Projeto Senador Nilo Coelho. Simone Paim é diretora de política sindical dos trabalhadores rurais de Petrolina. Chegou à fazenda, protocolou a Assembleia na recepção da empresa, e seguiu para informar aos trabalhadores sobre a campanha salarial. Conversava com os trabalhadores sobre as dificuldades de negociar com os patrões que estão tentando retirar da pauta direitos adquiridos. Durante o evento, enquanto se dirigia aos trabalhadores, a proprietária da empresa, Nikiko Koshiama, se aproximou, acusou a sindicalista de invasão de propriedade, e sem qualquer direito de defesa, esmurrou Simone, a segurou pela roupa e arranhou a sindicalista. A violência indignou os trabalhadores presentes à assembleia. Mesmo agredida, Simone concluiu seu trabalho e deixou a fazenda.

A sindicalista foi à delegacia da mulher, registrou a violência e fez exame de corpo de delito. Também denunciou a agressão ao Ministério do Trabalho, Ministério Público e o fato também chegará a OIT, Organização Internacional do Trabalho.

É incompreensível numa democracia, um trabalhador não poder negociar direitos, reivindicar, falar, agir. É absurdo e lamentável, e nós acompanharemos junto aos órgãos responsáveis, o desenrolar dos fatos e a punição. Porque nenhum tipo de violência deve ficar impune. Cristina Costa

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